Minha trajetória não segue uma linha reta, mas uma lógica de camadas. Nasci curioso e me tornei biólogo por convicção: aprendi cedo a ler sistemas complexos, onde nenhuma peça opera isolada e toda interferência gera uma reação em cadeia.
Essa base me levou ao centro da regulação ambiental, atuando dentro do órgão licenciador (CETESB). Ali, não apenas avaliei impactos; compreendi a lógica do Estado, o peso do risco regulatório e como decisões técnicas mal fundamentadas podem travar bilhões em investimentos ou destruir valor social.
Mas o diagnóstico técnico, por si só, não resolve a equação. O Direito entrou na minha formação como a arquitetura da solução: o método para dar segurança, forma e justiça às estratégias. A Engenharia consolidou a viabilidade prática. E, mais recentemente, a Contabilidade e as Finanças fecharam o ciclo — porque no mundo corporativo, o impacto final precisa ser mensurável, auditável e refletido no balanço.
Deixei de ser apenas um executor técnico para me tornar um arquiteto de soluções integradas.
Hoje, meu papel não é apenas entregar um laudo ou uma peça jurídica. É atuar na interseção entre Risco, Regulação e Capital. Seja em projetos de recuperação de ativos fiscais, na gestão de passivos na saúde ou na governança corporativa, trago para a mesa a capacidade de traduzir dialetos diferentes:
- Para o Jurídico, trago a prova técnica robusta.
- Para o Financeiro, trago a lógica de valor e liquidez.
- Para o Conselho, trago a visão de risco sistêmico.
Essa polivalência me permite transitar da análise microscópica do detalhe regulatório à visão macroscópica da estratégia de negócios. Não acredito em soluções de prateleira, nem em visões fragmentadas. Acredito no que é preciso, no que é lícito e no que constrói valor sustentável.
Seja bem-vindo!




















