As mudanças climáticas, a poluição e a perda de biodiversidade são temas que impactam diretamente o presente e o futuro. Educar para o meio ambiente é, portanto, preparar cidadãos capazes de lidar com desafios que não são mais hipotéticos, mas concretos.
A educação ambiental não deve ser tratada como disciplina isolada, mas integrada a todas as áreas. Matemática pode trabalhar estatísticas sobre consumo de água; história pode discutir impactos de modelos econômicos; geografia pode explorar os efeitos do desmatamento. Assim, a consciência ambiental se torna parte da formação integral do estudante.
Projetos práticos também têm papel decisivo. Hortas escolares, programas de reciclagem e campanhas comunitárias permitem que crianças e jovens vivenciem, desde cedo, a responsabilidade coletiva pelo planeta.
Mas a educação ambiental vai além da escola. Empresas, governos e organizações sociais também têm responsabilidade de disseminar práticas sustentáveis. A mudança cultural necessária para enfrentar a crise climática só será possível se houver esforço conjunto.

